Soulvenir quer cair no mundo para “inglês” ver

A SOULVENIR é uma banda maranhense que já mostrou que veio para ficar. Trabalhando de forma independente a banda vem conseguindo o lugar ao sol e deixando bem explícito que o seu Porto Seguro é aqui com a receita simples: sabem o que querem com a música.

Soulvenir coletiva. Foto: Layla Razzo

Adnon Soares (vocal, violão e guitarra), Domingos Thiago (guitarra, backing vocal e efeitos de percussão), Marlon Silva (baixo e backing vocal), Wilson Moreira (bateria) e Sandoval Filho (sintetizadores, sampler e backing vocal), embora seguindo trajetórias artísticas paralelas, apostaram no projeto SOULVENIR e querem alçar voo.

A história teve início em 2016, quando a banda venceu a primeira edição brasileira do concurso EDP Live Bands Brasil, ganhando a participação em um dos maiores festivais de música da Europa, o NOS Alive, e a gravação do álbum pela Sony Music Brasil.

Adnon Soares (vocal, violão e guitarra), Domingos Thiago (guitarra, backing vocal e efeitos de percussão), Marlon Silva (baixo e backing vocal), Wilson Moreira (bateria) e Sandoval Filho (sintetizadores, sampler e backing vocal). Foto: Divulgação

No ano passado, a moçada divulgou com sucesso nas plataformas digitais a música “GRAVITY”, do “UTEREARTH’, segundo álbum que foi gravado no Rio de Janeiro, com produção de Rodrigo Vidal e a SOULVENIR. A música “WILD ANGEL” ganhou um clipe. Enfim, o trabalho deles está disponível no Itunes, Spotify e Deezer.

Para 2018, o quinteto se prepara para temporada europeia. Os países escolhidos para a “TOUR” são: Portugal, Espanha e Inglaterra.

Ao assistir a audição do DVD gravado, em agosto do ano passado, em um dos pontos mais altos de São Luís, o heliporto do prédio Marcus Barbosa Intelligent Office, percebi uma banda com músicos nordestinos, ludovicenses, mas de personalidade universal, com ousadia autoral, querem mostrar para “brazucas” e “gringos” que cantar em outro idioma, especialmente em inglês, é uma realidade que atinge artistas brasileiros há algum tempo, desde CARMEN MIRANDA, precursora do Tropicalismo, e que teve sua carreira dividida entre o Brasil e Estados Unidos, até Tom Jobim, que, também, interpretou em inglês a universal Garota de Ipanema, além de Sepultura e Angra que optaram pelo respectivo idioma na hora de compor suas canções próprias.

E que a SOULVENIR caia no mundo e faça sucesso. Como diz Andreas Kisser, da banda mineira SEPULTURA. “É tradição: o inglês é a língua do ROCK” !

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